quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Empresas feitas para vencer - Jim Collins



Dizem que podemos desejar feliz ano novo até o dia 15 de janeiro, sendo assim, aproveito esse espaço e desejo a todos um FELIZ 2015.

Como todo inicio de ano, é importante rever o planejamento estratégico, plano de negócios, plano de vida, enfim, todos os planos, então esse é o momento.

O ano promete ser muito difícil no quesito economia, mas não pretendo discutir hoje esse tópico, pois, gastaria todo o espaço do Blog, acredito que temos que seguir em frente.

Separei um texto interessante do Livro - Empresas feitas para vencer


Como estamos no inicio do ano, devemos orientar nossa equipe a direção que a empresa irá trabalhar, não somente nesse ano, mas nos próximos. dentro dessa ideia separei um trecho do Livro Empresas feitas para vencer do Jim Collins, espero que aproveitem no planejamento da sua empresa.



Será que estamos na empresa muito ocupados e não vemos as ideias que nos são sugeridas?
Jim Collins reforça muito a questão de ter a equipe certa:
“ Não sei para onde devemos levar essa empresa, mas sei que, se começar com as pessoas certas, se fizer a elas as perguntas certas e engajá-las num vigoroso debate, nós vamos encontrar uma forma de tornar essa empresa excelente”.
O livro inteiro é muito bom, mas tem uma abordagem que ele destaca na página 221 sobre o sucesso das empresa, será que as empresas conseguiram chegar ao melhor resultado do dia para a noite?

Boa leitura!
Fiquem com DEUS.

O efeito volante - Jim Collins.
Imagine um volante enorme e pesado - um disco maciço de metal, montado horizontalmente em um eixo, com cerca de 9 metros de diâmetro, 60 centímetros de espessura e umas 2 toneladas de peso. Agora, imagine que sua tarefa seja fazer esse volante girar sobre seu eixo, com a velocidade e pelo maior tempo possível.
Com grande esforço, você consegue fazer o volante se deslocar um milímetro, a princípio com um movimento quase imperceptível. Você continua a fazer força e, após duas ou três horas de esforço contínuo, consegue fazer o volante completar uma volta.
Você prossegue, e o volante começa a se mover um pouquinho mais rápido; com grande esforço, sem parar, você completa uma segunda rotação. Continua a fazer força numa só direção. Três voltas...quatro...cinco...seis… o volante ganha velocidade… sete… oito… você continua… nove… dez… ele ganha ímpeto… onze… doze… move-se mais rápido a cada volta… vinte… trinta… cinquenta… cem.
Aí, em algum momento começa a ruptura! O impulso continuamente imprimido à engenhoca trabalha a seu favor, lançando o volante para diante, volta após volta… vruuummm! O próprio peso imenso do volante trabalha para você. Não há mais necessidade de empurrar com mais força do que o fez na primeira volta, e o volante gira cada vez mais rápido. Cada volta se soma ao esforço. O grande e pesado disco parece voar, com um ímpeto quase impossível de deter.
Agora imagine que alguém chegasse e perguntasse: “Qual foi o grande esforço que fez essa coisa andar assim tão velozmente?”.
Você não teria condições de responder; trata-se de uma pergunta tola. Foi o primeiro esforço? O segundo? O quinto? O centésimo? Não! Foram todos eles somados, num acúmulo global de esforço, aplicado numa direção consistente. Alguns trancos talvez tenham sido mais fortes do que outros, mas cada impulso isolado - idependentemente da intensidade - reflete uma pequena fração do efeito cumulativo inteiro sobre o volante.
A imagem do volante sintetiza a percepção global do que acontecia dentro das empresas, no processo de transição de boas para excelentes. As transformações, nas empresas “feitas para vencer”, nunca aconteceram de uma só vez, independentemente de quão impressionante fosse o resultado final. Não houve uma ação definidora isolada, nenhuma inovação arrasadora, nenhum intervalo de sorte, nenhuma revolução súbita.